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No primeiro teste, um homem pediu dinheiro na rua para 80 pedestres. Sem o cachorrinho, apenas 9 doaram. Com o peludo, 28! Mulheres levaram a melhor nessa. Quando uma pediu dinheiro com o bichinho ao lado, mais da metade dos 100 abordados fez doações, de valores ainda maiores.
No outro teste, um homem derrubou moedas no chão para ver se as pessoas pegariam para ele. De 40, 23 ajudaram quando ele estava desacompanhado. O número subiu para 35 quando tinha um cãozinho na guia.
Mas o melhor mesmo foi o teste do telefone - já que os dois acima envolvem fatores como humanidade e solidariedade. Nesse último, jovens mulheres foram abordadas na rua por um homem que pedia seu telefone. Apenas 11 de 120 deram o número quando o cidadão estava sem o melhor amigo. E 34 passaram o contato quando viu que o cara de pau tinha um cachorro. É mole!
Guéguen e Ciccotti concluíram que a presença do cachorro estava associada a uma alta taxa de bondade e confiança. "Está é uma descoberta incrível. A facilidade de um homem conseguir o telefone de uma mulher é três vezes maior se ele tiver a companhia de um cachorro!" E é mesmo.
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